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Beyond Law and Order: The Origins of the Jogo do Bicho in Republican Rio de Janeiro*

Published online by Cambridge University Press:  26 July 2007

AMY CHAZKEL
Affiliation:
Amy Chazkel is Assistant Professor of History, City University of New York, Queens College.
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Abstract

At the beginning of Brazil's First Republic (1889–1930), the clandestine lottery called the jogo do bicho or ‘animal game’, which still exists today, gained enormous popularity in Rio de Janeiro, the city of its origin, and soon in the whole of Brazil. Reconstructing the spread and persecution of the jogo do bicho during its first decades reveals the social process of urbanisation evident in the daily, often informal and quasi-legal, interactions between the state and popular commerce in Latin America. The ambivalent official stance and public sentiment that developed toward this lottery suggest that ‘law and order’ concerns in themselves do not explain the criminalisation of vernacular practices.

Resumen: En los comienzos de la Primera República de Brasil (1889–1930), la lotería clandestina llamada el jogo do bicho o “juego de animal”, que aún existe, adquirió una enorme popularidad en Río de Janeiro, su ciudad de origen, y luego en todo Brasil. Al reconstruir la difusión y persecución de jogo do bicho durante las primeras décadas se revela el proceso social de urbanización evidenciado en las interacciones diarias, con frecuencia informales y semi-legales entre el Estado y el comercio popular en Latinoamérica. La postura ambivalente oficial y el sentimiento popular que se desarrolló durante esta lotería, sugiere que las preocupaciones por la “ley y el orden” no explican en sí mismas la criminalización de tales prácticas vernáculas.

Palabras clave: jogo do bicho, apuestas, mantenimiento del orden, Brasil, Río de Janeiro, República Liberal, urbanización.

Resumo: No início da Primeira Republica do Brasil (1889-1930), o jogo do bicho – a loteria clandestina que continua até os dias de hoje – atingiu enorme popularidade em sua cidade de origem, o Rio de Janeiro, e logo se espalhou pelo resto do Brasil. Ao reconstruir a difusão e perseguição do jogo do bicho no decurso de suas primeiras décadas, revela-se o processo social de urbanização demonstrado nas interações diárias, muitas vezes informais e quase legais entre o estado e o coméricio popular na América Latina. A ambivalente postura oficial e a opinião pública que desenvolveram-se em relação a esse jogo sugerem que preocupações sobre “lei e ordem” são insuficientes para explicar a criminalização de práticas locais.

Palavras-chave: jogo do bicho, jogo, policiamento, Brasil, Rio de Janeiro, República Liberal, urbanização

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Type
Research Article
Copyright
Copyright © Cambridge University Press 2007