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Living the dream? Imagined space, lived place, and disillusionment in an enclaved private city

Published online by Cambridge University Press:  04 September 2026

Austin Dziwornu Ablo*
Affiliation:
University of Ghana , Ghana
Ragnhild Overå
Affiliation:
University of Bergen, Norway
*
Corresponding author: Austin Dziwornu Ablo; Email: aablo@ug.edu.gh
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Abstract

Investors increasingly view enclaved private city development as an alternative to failed state-led urban planning in many African cities. One example is the Appolonia City of Light (ACL), a grandiose master-planned private city development project on the outskirts of Ghana’s capital city, Accra. Planned according to a philosophy of ‘development control’ – the strict enforcement of regulations on land use and the type and nature of housing, as well as spatial plans and standards – the project is marketed under the placemaking slogan ‘Live, work, play’, offering tenure, investment and personal security. This article explores the recently settled residents’ motivations for investing in housing in the ACL, and their material and social experiences of living there. Moving into the enclave represents aspirations for comfortable living and upward social mobility, which residents often depict as detachment from Accra’s congested, noisy and infrastructurally and administratively cumbersome housing conditions. Therefore, secure land titles and well-functioning basic amenities are crucial attractions. However, residents’ expectations of service delivery and security are unmet, as the private city cannot ‘control’ the infrastructural and institutional contexts in which it is embedded. Consequently, detached living in a private city requires resources through relational attachments beyond the enclave. Spatially exclusive urban development thus not only makes it impossible for the lower echelons of the growing middle class to ‘live the dream’ but also questions the long-term sustainability of private city investments in a context where such prospective home buyers find inclusive approaches offering individual and incremental house construction on titled land more achievable and appealing.

Résumé

Résumé

De plus en plus d’investisseurs considèrent le développement d’enclaves urbaines privées comme une alternative à l’échec de la planification urbaine dirigée par l’État dans de nombreuses villes africaines. L’Apolonia City of Light (ACL), un projet grandiose de développement urbain privé en périphérie d’Accra, la capitale du Ghana, en est un exemple. Conçu selon une philosophie de « contrôle du développement » (application stricte des réglementations relatives à l’utilisation des terres et au type et à la nature des logements, ainsi qu’aux plans et normes de planification d’espace), le projet est commercialisé sous le slogan « Vivre, travailler, se divertir » promettant propriété, investissement et sécurité personnelle. Cet article explore les motivations des nouveaux résidents à investir dans le logement à l’ACL, ainsi que leur expérience matérielle et sociale de la vie dans cette enclave. S’y installer traduit des aspirations à un confort de vie et à une ascension sociale, souvent perçues par les résidents comme une rupture avec les conditions de vie surpeuplées, bruyantes et lourdes sur les plans infrastructurel et administratif d’Accra. Par conséquent, la sécurité des titres de propriété et des services de base fonctionnels constituent des atouts essentiels. Cependant, les attentes des résidents en matière de services et de sécurité ne sont pas satisfaites, car la ville privée ne peut maîtriser les contextes infrastructurels et institutionnels dans lesquels elle s’inscrit. Par conséquent, vivre isolé dans une ville privée exige des ressources à travers des liens relationnels extérieurs à l’enclave. Ce développement urbain, de par son espace exclusif, non seulement empêche non seulement les classes moyennes les plus modestes de « vivre leur rêve », mais également remet en question la viabilité à long terme des investissements dans les villes privées, dans un contexte où ces acquéreurs potentiels trouvent plus accessibles et attrayantes des approches inclusives proposant la construction de maisons individuelles et progressives sur des terrains titrés.

Resumo

Resumo

Os investidores encaram cada vez mais o desenvolvimento de cidades privadas isoladas como uma alternativa ao planeamento urbano estatal que falhou em muitas cidades africanas. Um exemplo é a Appolonia City of Light (ACL), um grandioso projeto de desenvolvimento de uma cidade privada planeada de forma integrada nos arredores de Acra, a capital do Gana. Concebido de acordo com uma filosofia de ‘controlo do desenvolvimento’ – a aplicação rigorosa da regulamentação relativa ao uso do solo e ao tipo e natureza das habitações, bem como dos planos e normas de ordenamento do território, o projeto é promovido sob o slogan de placemaking ‘Viver, trabalhar, divertir-se’, oferecendo estabilidade habitacional, oportunidades de investimento e segurança pessoal. Este artigo explora as motivações dos residentes recém-instalados para investir em habitação na ACL, bem como as suas experiências materiais e sociais de viver nesse local. A mudança para este enclave representa aspirações a uma vida confortável e à mobilidade social ascendente, que os residentes frequentemente descrevem como um afastamento das condições habitacionais de Acra, caracterizadas pelo congestionamento, pelo ruído e por dificuldades a nível de infraestruturas e administração. Por conseguinte, a garantia da titularidade dos terrenos e o bom funcionamento dos serviços básicos constituem fatores de atração cruciais. No entanto, as expectativas dos residentes em matéria de prestação de serviços e segurança não são satisfeitas, uma vez que a cidade privada não consegue ‘controlar’ os contextos infraestruturais e institucionais em que está inserida. Consequentemente, uma vida isolada numa cidade privada requer recursos que passam por laços relacionais para além do enclave. O desenvolvimento urbano espacialmente exclusivo não só torna impossível que os segmentos mais baixos da crescente classe média ‘vivam o sonho’, como também põe em causa a sustentabilidade a longo prazo dos investimentos privados nas cidades, num contexto em que esses potenciais compradores de habitação consideram mais viáveis e atraentes as abordagens inclusivas que oferecem a construção individual e gradual de habitações em terrenos com título de propriedade.

Information

Type
Enclaving across African cities
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Copyright
© The Author(s), 2026. Published by Cambridge University Press on behalf of The International African Institute
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Figure 1. Appolonia City land use plan. Source: <https://www.appolonia.com.gh/project-details/plans/>.

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Figure 2. The Oxford. Source: Fieldwork 2018.

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Figure 3. Bijou homes. Source: Fieldwork 2018.

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Figure 4. Nuclear family life as imagined on the ACL website. Source: <https://www.appolonia.com.gh/>.

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Figure 5. ‘Smart walls’ and newly planted hedges. Source: Fieldwork 2019.

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Figure 6. Isolated completed and uncompleted residential enclaves in the ACL project. Source: Fieldwork 2019.