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A Theory of State–Criminal Negotiations: Evidence from Belize City and Medellín

Published online by Cambridge University Press:  27 March 2026

Angélica Durán-Martínez*
Affiliation:
Department of Political Science, University of Massachusetts Lowell, Lowell, MA, USA
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Abstract

Why do governments engage in public negotiations with criminal groups, which can be politically costly? I argue that three conditions are necessary for elected authorities to support public negotiations. First, elected authorities support negotiations when the relative conditions of criminal power make it easier to portray negotiations as superior to repression (repression failure frame) or as means to support disaffected youth (marginalisation frame). Second, dialogue brokers – that is, key individuals within government and civil society with know-how about criminal groups – shape government support by inserting concrete negotiation proposals into these frames. Third, electoral security for executive authorities incentivises them to support negotiations. I substantiate this argument by comparing cases in cities with contrasting state capacity and criminal sophistication, Belize City and Medellín.

¿Por qué algunos gobiernos participan en negociaciones públicas con grupos criminales, que pueden ser políticamente costosas? Argumento que se requieren tres condiciones para que las autoridades electas apoyen este tipo de negociaciones. En primer lugar, las autoridades electas apoyan las negociaciones cuando las condiciones relativas del poder criminal facilitan presentarlas como algo mejor que la represión (marco del fracaso de la represión) o como un medio para apoyar a una juventud marginalizada (marco de la marginación). En segundo lugar, los mediadores del diálogo – es decir, personas clave dentro del gobierno y la sociedad civil con conocimiento sobre los grupos criminales – dan forma al apoyo gubernamental al insertar propuestas concretas de negociación dentro de estos parámetros. En tercer lugar, la confianza electoral de las autoridades las incentiva a apoyar estas negociaciones. Fundamento este argumento comparando casos en ciudades con capacidad estatal y sofisticación criminal contrastantes: Ciudad de Belice y Medellín.

Por que governos se envolvem em negociações públicas com grupos criminosos, mesmo quando isso pode acarretar em custo político? Argumento que três condições são necessárias para que autoridades eleitas apoiem esse tipo de negociação pública. Primeiro, autoridades eleitas apoiam essas negociações quando as condições relativas do poder criminal tornam mais fácil apresentar as negociações como superiores à repressão (enquadramento de fracasso da repressão) ou como um meio de apoiar jovens marginalizados (enquadramento de marginalização). Segundo, agentes de diálogo – isto é, indivíduos-chave dentro do governo e da sociedade civil com conhecimento sobre grupos criminosos – moldam o apoio governamental ao inserir propostas concretas de negociação dentro desses enquadramentos. Terceiro, a segurança eleitoral das autoridades do Executivo as incentiva a apoiar negociações. Sustento esse argumento comparando casos em cidades com capacidades estatais e níveis de sofisticação criminal contrastantes: Belize City e Medellín.

Information

Type
Research Article
Copyright
© The Author(s), 2026. Published by Cambridge University Press.
Figure 0

Figure 1. Homicides and negotiations in Belize and Medellín

Note: The stars represent negotiation episodes.Source: Author’s elaboration based on data from the Instituto Nacional de Medicina Legal y Ciencias Forenses (Medellín), the Belize Police Department and the Belize Crime Observatory.
Figure 1

Table 1. Summary of cases

Figure 2

Table 2. Determinants of support for negotiations

Figure 3

Figure 2. Bird’s Isle Declaration

Source: Muhammad, Insights into Gang Culture in Belize.
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