Hostname: page-component-74656f9884-c52kr Total loading time: 0 Render date: 2026-11-07T23:49:54.891Z Has data issue: false hasContentIssue false

Why New Parties Split: The Schism of Peru's United Left in Comparative Perspective

Published online by Cambridge University Press:  09 March 2018

Rights & Permissions [Opens in a new window]

Abstract

Why do new parties split? Scholars of new party schisms shy away from leadership-centred explanations for fear of excessive voluntarism and thus fail to conceptualise differences between leaders systematically. This article challenges that trend, arguing that externally appealing, internally dominant leaders generate cohesion in new parties. It analyses why some externally appealing leaders are internally dominant, while others are not, and argues that this variation can make the difference between schism and survival. The article supports its argument through a representative case study: the fatal (and consequential) schism of Peru's United Left coalition in the late 1980s.

Spanish abstract

¿Por qué se dividen los partidos nuevos? Los estudiosos de las rupturas de nuevos partidos se alejan de explicaciones centradas en liderazgos por miedo a caer en un voluntarismo excesivo y por ende fracasan sistemáticamente en conceptualizar las diferencias entre líderes. Este artículo desafía tal tendencia, argumentando que líderes con popularidad externa y dominio interno son capaces de generar cohesión en los nuevos partidos. Analiza por qué algunos líderes populares al exterior son internamente dominantes, mientras que otros no lo son, y defiende que tal variación puede marcar la diferencia entre la ruptura y la supervivencia. El argumento se apoya en un caso de estudio representativo: la fatal (y significativa) división de la coalición Izquierda Unida de Perú a fines de los años 1980.

Portuguese abstract

Por que partidos novos se separam? Acadêmicos que estudam as cisões dos novos partidos se afastam de explicações centradas em lideranças por receio de um voluntarismo excessivo, logo falhando sistematicamente em conceituar as diferenças entre líderes. Esse artigo contesta essa tendência, e argumenta que líderes que têm apelo externo e dominância interna geram coesão em partidos novos. Também analisa o porquê de alguns líderes com apelo externo serem dominantes internamente enquanto outros não, e argumenta que essa variação pode fazer diferença entre cisão e sobrevivência. Este artigo corrobora seu argumento através de um estudo de caso representativo: a fatal (e significativa) cisão da coligação da Esquerda Unida do Peru, no final dos anos 80.

Information

Type
Research Article
Copyright
Copyright © Cambridge University Press 2018 
Figure 0

Figure 1. Sources of Internal Dominance

Figure 1

Figure 2. External Appeal, Internal Dominance (Barrantes, Lula, Cárdenas)

Figure 2

Table 1. Internal Dominance of Party Leader (IU, PT, PRD)

Figure 3

Table 2. External Appeal, Internal Dominance, New Party Schism (IU, PT, PRD)